Passei anos convivendo com a planilha que não era bem do meu jeito e com o sistema que me fazia dar volta pra fazer o óbvio.
Achava que resolver aquilo pedia uma habilidade que eu não tinha e um tempo que eu não ia arrumar. Não era procrastinação. Era o cálculo honesto de quem já tem muitas tarefas.
Aí a IA entrou no meu dia — não como ameaça, como alavanca. E o que eu descobri é que a parte difícil é saber exatamente o que precisa acontecer. Quem sabe isso é quem vive o problema. Não precisa ser de TI. Precisa conhecer a própria rotina.
Hoje eu descrevo em português o que preciso, a IA transforma isso numa lista de tarefas pequenas, eu leio e corto o que não faz sentido, e ela vai fazendo uma de cada vez.
Não é mágica. Quebra no meio, e eu reescrevo o pedido até ficar claro. Mas é bem mais fácil do que parece — e está ao alcance de muito mais gente do que imagina.
Foi por isso que eu abri o canal e este site. Não pra provar nada — pra mostrar como cada coisa é feita, inclusive o que dá errado. Principalmente o que dá errado.